Pessoas que sabiam ler

Johann Sebastian Bach (Eisenach, 31 de março de 1685 — Leipzig, 28 de julho de 1750)

Immanuel Kant  (Königsberg, 22 de abril de 1724 — Königsberg, 12 de fevereiro de 1804)

Karl Marx  (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883)

Friedrich Wilhelm Nietzsche (Röcken, 15 de Outubro de 1844 — Weimar, 25 de Agosto de 1900)

Thomas Mann (Lübeck, 6 de Junho de 1875 — Zurique, 12 de Agosto de 1955)

Joseph Schumpeter  (Triesch, 8 de Fevereiro de 1883 — Taconic, Salisbury, Connecticut, 8 de Janeiro de 1950)

Franz Kafka  (Praga, 3 de julho de 1883 — Klosterneuburg, 3 de junho de 1924)

Albert Einstein (Ulm, 14 de Março de1879 — Princeton, 18 de Abril de 1955)

Martin Heidegger (Meßkirch, 26 de Setembro de 1889 — Friburgo, 26 de Maio de 1976)

Berthold Brecht (Augsburg, 10 de Fevereiro de 1898 — Berlim, 14 de Agosto de 1956)

Karl Popper  (Viena, 28 de Julho de 1902 — Londres, 17 de Setembro de 1994)

Hannah Arendt, (Linden-Limmer, Hanôver, Alemanha, 14 de outubro de 1906 – Nova Iorque, Estados Unidos, 4 de dezembro de 1975)

Peter Drucker  (19 de novembro de 1909,  Viena, Áustria – 11 de novembro de 2005,  Claremont, Califórnia, EUA)

Wernher von Braun (Wirsitz, Império Alemão, 23 de março de 1912 — Alexandria, EUA, 16 de junho de 1977)

citado de “Referência” anónima e com a ajuda da: Wikipédia, a enciclopédia livre

O Norte e o Sul

“um texto de Maquiavel, escrito bastante antes de “O Principe” (1513), no qual o diplomata e pensador florentino, depois de uma visita ao que é hoje a Alemanha (e na altura o Sacro Império) refere o seguinte: “A razão por que os cidadãos privados são ricos é porque vivem como se fossem pobres … Ninguém se importa com o  que não tem, mas só com o que lhe é necessário; e estas necessidades são muito menos do que as nossas (…)”. Ora isto passa-se vários anos antes de Lutero iniciar a reforma, …

Afinal os alemães já eram assim antes da Reforma. E as “nossas” (cidadãos do sul) necessidades, que refere Maquiavel, já eram mais do que as indispensáveis. …

… Eles, ricos, como se fossem pobres; nós pobres, como se fôssemos ricos.”

Henrique Monteiro, A História ensina-nos?, jornal Expresso, 7 de Julho 2012

França não é Portugal

“Ah! Saudades do tempo em que éramos jovens e inocentes! Isto é, a passada sexta-feira, quando a França de Hollande era uma “alternativa à austeridade” de Merkel, um “exemplo de política de crescimento”.Bastou o fim-de-semana e (surpresa!) o novo governo francês apresentou um programa de austeridade. Compreende-se assim melhor porque é que Hollande apareceu junto do coro dos pedintes da cimeira europeia, aqueles que se esqueceram do crescimento mas não de diversos estratagemas para injectar dinheiro em bancos e países falidos.É que talvez venham a ser precisos para a própria França. Compreende-se também porque coincidiram as notícias do pacote de austeridade com as das buscas à residência de Sarkozy. Toda a gente se esqueceu de umas para só falar das outras. Afinal não havia nenhuma “alternativa de crescimento” à “austeridade”. O que também não quer dizer que a “austeridade” seja a solução. Como sempre se suspeitou, a França é só o maior dos PIGS e, como eles, também entrou na estrada para nenhures em que já estávamos. Soyez les bienvenus!”

Luciano Amaral, Mal por mal, jornal Correio da Manhã, 6 de Julho 2012

os europeus eram tão ricos

“E Mario Draghi, o presidente do Banco Central Europeu, teve, no mínimo, um momento de sinceridade ao dizer ao Wall Street Journal que o modelo social europeu está morto … “Houve um tempo em que o economista Rudi Dornbush costumava dizer que os europeus eram tão ricos que podiam pagar para não se trabalhar”, “mas esse tempo já passou”.

(O modelo social europeu …  – José Manuel Fernandes – jornal Publico, 2 Março 2012, pág 38)