O regresso de Ulisses

(Em mirandês:

Al alrobés de Oulices

Anfeliç quien, al alrobés
de Oulices, torne a casa
i nien sequiera un perro, nien
un perro muorto sequiera, lhadre.

(An pertués:

Ao contrário de Ulisses

Infeliz quem, ao contrário
de Ulisses, volte a casa
e nem sequer um cão, nem
um cão morto sequer, ladre.]

 

Pedro Mexia, Em Memória

Citado do blog em língua mirandesa – cumo quien bai de caminho – (lhengua.blogspot.pt) – 14 de Fevereiro de 2010

Fazer o bem e/ou o mal

“A mim interessa-me apenas que o poder não atrapalhe demais. Sobretudo que não queira promover o nosso bem futuro, mas apenas tente remediar o mal presente e o vindo do passado.”

Poupem-nos ao bem, Henrique Monteiro, jornal Expresso, 9 Junho 2012, pág. 48

Os devedores ou os credores

“como disse recentemente George Soros (dia 2, em Trento) “numa crise são sempre os credores que vão no lugar do condutor.””

Poupem-nos ao bem, Henrique Monteiro, jornal Expresso, 9 Junho 2012, pág. 48

Classe média

“Os que de uma situação desafogada caem num estado de penúria que lhes é estranho, esses, sofrem mais cruelmente do que quem foi sempre miserável.”

Eurípedes, (-480/-406), dramaturgo grego, citado pelo jornal Público, 3 Junho 2012, pág. 52

Camilo Castelo Branco

“No ano de 1862, Camilo publicou mais seis livros, – entre os quais essas obras-primas que são “Memórias do Cárcere” e “Coração, Cabeça e Estômago”. Estava preso (por adultério), tinha tempo; em geral escrevia dois ou três livros por ano.”

Inês Pedrosa, Revista Ler, Junho 2012, pág. 58

Amor de Perdição

“Os grandes personagens do “Amor de Perdição” são os secundários: o ferrador João da Cruz, herói da lealdade, e a sua filha Mariana, de 24 anos, representando o amor absoluto e a fundo perdido. Um par de personagens inesquecíveis que, em conjunto com a verve e a velocidade do narrador, fazem a singularidade deste romance.”

Inês Pedrosa, Revista Ler, Junho 2012, pág. 58

Mentira e verdade

“Detesto a mentira, porque a conheço, mas não amo a verdade, porque não sei o que é. Explico o paradoxo invocando um dramaturgo paradoxal com o qual aprendi muito do que sei (e do que não sei) sobre a verdade: Luigi Pirandello.”

Pedro Mexia, jornal Expresso, Atual, 2 Junho 2012, pág. 3

Crescimento económico

“Crescimento sim, se for a produzir coisas que o mundo compre. Preferiria chamar-lhe competitividade. Crescimento não, se for para para regressar a um caminho de aumento da despesa e da dívida pública. Deste, já tivemos o suficiente.”

Daniel Bessa, jornal Expresso , Economia, 2 Junho 2012, pág. 3

Homens bons

“Não há rapazes maus, mas é muito difícil torná-los homens bons.”

Padre Américo, citado por Henrique Monteiro, jornal Expresso , 2 Junho 2012, pág. 40