O real e o imaginário

“A Constituição é o produto do imaginário, não é o real.”

“Não há dúvida que a falência de um Estado nacional é absolutamente inconstitucional. Nenhuma Constituição pode pressupor esse tipo de situação. Mas, no caso português, isso aconteceu. O real tornou-se inconstitucional. Quando o real se torna inconstitucional, a política tem que alterar o imaginário.”

“Precisamos de atrair investimento externo para entrar em estratégias competitivas em função do que os mercados externos nos exigem. Não é a primeira vez na nossa História que isso acontece. Se participámos nos Descobrimentos, foi porque investidores europeus estavam interessados em usar Portugal nessa função.”

Joaquim Aguiar, entrevista jornal Público, pág. 8 a 11, 06 Janeiro 2013