Eles perceberam

Mohandas Karamchand Gandhi – 2 October 1869 – 30 January 1948), commonly known as Mahatma Gandhi or Bapu (Father of Nation), was the preeminent leader of Indian nationalism in British-ruled India. Employing non-violent civil disobedience, Gandhi led India to independence and inspired movements for non-violence, civil rights and freedom across the world.

Winston Leonard Spencer-Churchill – 30 November 1874 – 24 January 1965) was a British politician who was the Prime Minister of the United Kingdom from 1940 to 1945 and again from 1951 to 1955. Widely regarded as one of the greatest wartime leaders of the 20th century, Churchill was also an officer in the British Army, a historian, a writer, and an artist.

Nelson Rolihlahla Mandela – Born 18 July 1918 is a South African, apartheid revolutionary and politician who served as President of South Africa from 1994 to 1999. He was the first black South African to hold the office, and the first elected in a fully representative, multiracial election.

From Wikipedia, the free encyclopedia, em 14 Junho 2013

Os intelectuais

“Alguns intelectuais do ocidente assumiram que, depois do derrube das ditaduras, o povo finalmente lhes daria razão.

Em Portugal, estes intelectuais pensaram da mesma forma. Mal o regime caísse,

o povo abraçaria finalmente os seus ideais.

Mas, a “realidade” correu mal

Derrubado o regime de salazar, o povo apoiou o derrube,

mas quando foi chamado a votar, não votou naqueles intelectuais,

votou nos outros

Acontece, que, de quatro em quatro anos

Aqueles intelectuais pensam que, se calhar e desta vez … o povo vai votar neles.

Mas não, o povo continua a votar nos outros …

Aqueles intelectuais não percebem nada de assuntos que têm a ver com o povo

O que é natural, pois eles não pertencem ao povo, pertencem à elite.

São uma classe a parte

Mas isso, que são uma classe à parte, isso, eles não conseguem perceber

E ainda bem que nao percebem

Pois, se percebessem, talvez conseguissem manipular o povo

Como o salazar conseguiu.”

 

Peter Almeida De Vries, 14 Junho 2013

A competitividade do país

“Onde irá isto acabar? Depois do episódio dos “multiplicadores”, o FMI diz agora que foi obrigado pela União Europeia (UE) a fazer asneiras na Grécia.

Já a UE acha que isto é que é asneira. O próprio Passos Coelho, sempre solícito perante a troika, agora critica-a pelo “espectáculo público” de divergências que põem em causa os países “esforçados”. Mas esforçados em quê? A enfiar um prego na cabeça? Repare-se que Passos Coelho não quer saber se o FMI tem razão. Quer é que não discuta. Isto é que é mesmo ir além da troika.

É pena. Perante a devastação que os programas da troika têm criado, seria uma oportunidade para mostrar que eles não resolvem, nem procuram resolver, o problema principal: a nossa falta de competitividade. Procuram resolver o problema imediato dos credores, que é recuperar o dinheirinho que cá meteram. Quanto ao que nos sucede depois, pouco lhes importa. E a nós parece que também não. Afinal está tudo bem. Só falta mesmo fechar a loja.”

Luciano Amaral, Correio da Manhã, 14 Junho 2013

Sobre a realidade

“O Estado paga salários e distribui subsídios/pensões demasiado pesados para a nossa economia. A montante, produzimos riqueza como portugueses, mas a jusante queremos distribuir dinheiro como alemães. Este salto de fé insustentável era evidente, por exemplo, na atribuição do subsídio de desemprego.”

“Em 2009, a OCDE colocava Portugal no sexto lugar na escala de generosidade do subsídio nos cinco anos seguintes à entrada no desemprego. Repare-se no pormenor: ao nível do PIB per capita, Portugal devia ser o sexto a contar do fim, mas ao nível da distribuição social o nosso país estava no sexto lugar a contar, ora essa, do princípio.”

Este é um dos muitos exemplos que provam a insustentabilidade do estado social criado entre nós. Ao longo dos anos, este abismo entre a criação e a distribuição de riqueza foi coberto pela famosa dívida soberana, mas essa forma de fazer políticas-de-esquerda-alimentadas-pelo-capitalismo-internacional chegou ao fim com esta crise. Portugal já não pode fugir da questão: é o estado social que se deve adaptar à realidade económica do país, e não o inverso. Na Suécia, as reformas descem automaticamente quando o PIB desce. Mas, como se sabe, a Suécia é salazarista, fascista, neoliberal, economicista e, quiça, inconstitucional.”

Henrique Raposo, jornal Expresso on line, 16 de Abril de 2013

Dia 10 de Junho

“O Dia de Portugal transformou–se em Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Compreende-se o esforço: é necessário associar a Portugal não apenas “as comunidades” (no país e, sobretudo, fora dele – somos uma comunidade extraterritorial) mas também uma voz que cante as nossas glórias e heróis.

No entanto, fora da escola hoje em dia ninguém liga grande coisa a ‘Os Lusíadas’, uma epopeia politicamente incorreta, um dos mais notáveis poemas épicos da humanidade. Resta “o 10 de Junho” propriamente dito, que a imprensa aguarda, esfregando as mãos – porque tem discursos, e os discursos são o alimento da pátria. Aguardam-se, assim, o discurso do Presidente e, com igual euforia, os comentários, que já estão preparados antes do discurso, salvo erro. A isto se há de resumir o programa do dia. Felizmente restam-nos os portugueses que estão pelo mundo fora. Esses sim, festejam o Dia de Portugal.”

Francisco José Viegas, Correio da Manha, 10 Junho 2013

 

Dona Branca

“”A Segurança Social foi uma coisa muito parecida [aos esquemas piramidais e Dona Branca]. Encarregou-se de distribuir pelos que estão dentro o dinheiro dos que estão a chegar”, disse o director da COTEC Portugal, durante um debate sobre “Funções do Estado”, que decorreu hoje na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Para Daniel Bessa, de entre todas as funções do Estado, “o problema maior de todos é o da Segurança Social” que “está prisioneira de pagar aos velhos aquilo que lhe for levado pelos novos”. “Essa é a situação mais difícil de todas”, sustentou o economista, para quem Portugal estará “desgraçado” se “transportar para dentro do Orçamento de Estado este problema”.”

Daniel Bessa, Jornal de Negócios on line, 21 Maio 2013, (com Lusa)

 

Mais 900 anos

“Mas não há de ser nada. Somos um país antigo. Fomos à Índia e voltámos; vimo-nos livres de 60 anos de Filipes e de 3 invasões francesas; há menos de 4 décadas integrámos quase um milhão de retornados de África. Esta praga passará, à portuguesa, sem chegarmos a saber ao certo quem teve culpa de quê (é melhor assim do que criando vendetas ideológicas intermináveis). E cá estaremos para pegar de caras ou de cernelha os próximos 900 anos.”

José Cutileiro, Jornal de Negócios, 15 Maio 2013

Danbury, Connecticut

Danbury is a city in northern Fairfield County, Connecticut, United States, approximately 70 miles from New York City. Danbury’s population at the 2010 census was 80,893. Danbury is the fourth most-populous city in Fairfield County, and seventh among Connecticut cities.

The city was named for the place of origin of many of the early settlers, Danbury, Essex, England, and has been nicknamed Hat City, because of its history in the hat industry, at one point producing almost 25% of America’s hats.

Danbury is home to a regional hospital as well as Western Connecticut State University.

From Wikipedia, the free encyclopedia, 04 Junho 2013